Vera amicitia,rara avis;Facile perit, amicitia coacta.
domingo, 22 de novembro de 2009
Marco Pantani no Alpe d'huez
Il Pirata,não tinha pra ninguem.....!
sábado, 21 de novembro de 2009
Atleta do Vale do Paraiba no velodromo RJ

A falta de tradição do Brasil na pista é porque o ciclismo de estrada é mais barato e bancado pelas equipes, enquanto que o outro é pelas federações. Mas queremos tentar um subsídio para os atletas de pista para poderem se dedicar. Seis anos é pouco para preparar um atleta capaz de ganhar medalha, mas não é impossível. E temos indícios de que podemos chegar lá, principalmente nas provas de grupo (velocidade por equipes, perseguição e keirin).
Danielle Rocha/GLOBOESPORTE.COM
Sumaia Ribeiro na área de aquecimento do Velódromo O modelo de trabalho a ser seguido é o da Inglaterra. Há três semanas, Sumaia Ribeiro acompanhou de perto a força da modalidade naquele país. A ex-jogadora de vôlei, que chegou a disputar a Superliga, abriu mão das quadras por se achar baixinha demais, mas também porque o salário não compensava. Desde 2007, ela vem se dedicando ao novo esporte e colecionando títulos. Mas lamenta ainda não poder voltar sua preparação somente para a pista.
- Não posso priorizar porque não ia conseguir comer. Tenho que fazer estrada porque compensa financeiramente. Parei até de fazer faculdade de Educação Física. Para 2016, vou estar no limite da idade, com 34 anos, mas quero disputar os Jogos em casa. Vamos precisar trabalhar mais porque as meninas novas estão chegando. Neste Brasileiro, o número já cresceu de sete competidoras para 21. Lá na Inglaterra todo mundo gosta de bicicleta e as mulheres vão de vestido, pedalando para o trabalho. Naquele domingo, quando disputamos a etapa da Copa do Mundo de Manchester, estava um frio infernal e o ginásio transbordando de gente. É um absurdo a estrutura que eles têm e, por isso, já contam com um campeão mundial de 19 anos - disse Sumaia.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Dores na costa durante o pedal?

A Lombalgia no ciclismo
Há muito tempo que as lombalgias são responsáveis por grande parte das queixas de lesões dos ciclistas. O aparecimento das dores na região lombar vem crescendo juntamente com a tecnologia, isto é, a tentativa de melhora da aerodinâmica do ciclista na bicicleta muitas vezes implica no seu mal posicionamento, predispondo-o as lombalgias.
Embora na bicicleta de estrada a coluna aparentemente sofra mais devido à curvatura acentuada em resposta a posição mais aerodinâmica e por um quadro mais curto, no mountain bike o ciclista tem uma posição mais confortável, porém, existem outros fatores como o impacto e com as irregularidades do terreno, assim como subidas e descidas íngremes.
Os principais fatores causadores das lombalgias podem ser: desvios posturais, desequilíbrio muscular, fraqueza muscular, lesões mal tratadas, mal ajuste da bicicleta, terrenos muito acidentados ou com longos aclives e declives acentuados, entre outros...
Na reabilitação tratar a dor é a coisa mais fácil, o difícil é identificar e tratar o agente causador da dor, evitando que ela volte a incomodar. Por isso o segredo está na avaliação do paciente/atleta, sendo o diagnóstico a peça-chave para um prognóstico satisfatório.
Como recursos para o tratamento das lombalgias, podem ser utilizados: antiinflamatório, fisioterapia (analgesia, diatermia, exercícios e alongamentos específicos, mobilizações articulares, entre outros...).
Embora poucos ciclistas saibam, o fortalecimento dos músculos do tronco (paravertebrais, reto abdominal, oblíquos e transversos) é muito importante para prevenir as dores. Esses músculos fortalecidos fazem com que você tenha uma maior estabilidade na coluna, de modo que estará prevenindo futuras lesões.
Alongamentos globais antes e depois dos treinos, ajuste correto da bicicleta, trocar a posição sentada para em pé durante as longas pedaladas, são algumas dicas úteis para tornar o treino mais confortável.
Para alguns atletas, as lombalgias são como enigmas indecifráveis. Para resolução dos problemas oriento que neste caso sejam procurados sempre profissionais especialistas em coluna ou em reabilitação esportiva.
Jamais queiram aprender a conviver com as dores, vejo muitos casos de ciclistas que tomam analgésico antes e depois dos treinos, isso é um erro muito grave, desse modo ele poderá agravar sua lesão, como também desenvolver outros problemas devido à administração desnecessária do fármaco.
Lembrem-se, por mais que a bicicleta seja impulssionada pelas pernas, o fortalecimento de outros grupos musculares é muito importante para manutenção da harmonia do nosso corpo.
Nunca se esqueçam: “Pedalar sempre, descuidar da saúde jamais”.
data 26/09/2007
Colunista
Ricardo Padovan, graduado em fisioterapia pelo Ceunsp em 2002, especializado em Bioquímica, Fisiologia, Treinamento e Nutrição Esportiva pela Unicamp em 2005, tem em seu histórico esportivo 09 anos de atletismo como corredor de provas de fundo, e hoje praticante de mountain bike, trocando o tênis pela sapatilha e tendo a bicicleta como hábito na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida. Atua na área ortopédica e esportiva, no trabalho de prevenção, avaliação cinesiológica e eletromiográfica, e reabilitação de atletas amadores e profissionais. Contato para tirar suas dúvidas: fisioesportiva@terra.com.br
retirado de:amigos da bike .com.br
A mulher Atleta,e treinos intensos

A Tríade de Mulher Atleta
As mulheres praticam atividades esportivas semelhantes aos homens. Porém a prática do exercício físico demasiadamente intenso durante os treinos e competições contribuem para o surgimento de problemas específicos para as mulheres.
Distúrbios alimentares e alterações no ciclo menstrual são as mais freqüentes alterações relatadas por mulheres atletas. Essas mulheres, geralmente, são praticantes de modalidades esportivas que necessitam de grande exigência física como por exemplo as ginásticas rítmicas e a artística, o atletismo de fundo, a patinação artística, bailarinas. Menor incidência destes distúrbios são encontrados em atletas do ciclismo de estrada e mountain bike. Alterações bruscas na composição corporal e também nos hábitos alimentares podem contribuir para o desenvolvimento de doenças como a anorexia e a bulimia nervosas, associando-se a alterações menstruais e ósseas.
Na década de 80 surgiu o termo “tríade da mulher atleta” que englobava três problemas interrelacionados: doenças do comportamento alimentar, disfunçoes menstruais e osteoporose.
Diversos aspectos relacionados ao ambiente esportivo podem ser responsáveis pelo surgimento ou pelo desenvolvimento destas doenças em atletas predispostas. Características da personalidade das jovens (perfeccionistas, competitivas e superprotegidas pela família) e a procura de um corpo magro, podem condicionar a escolha da modalidade em que estes aspectos são mais valorizados.
Os fatores psicológicos relacionados com a prática de uma determinada modalidade também contribuem par o surgimento dessas doenças. As cobranças exercidas pelos treinadores, patrocinadores e familiares são muito grandes. Os treinos e os níveis de rendimento esportivo exigidos muitas vezes são muito elevados, obrigando as atletas a treinarem muitas horas por dia, praticante durante todos os dias da semana.
Outro aspecto relacionado a essas doenças é o pouco conhecimento de nutrição também pode contribuir com o agravamento deste quadro. Na prática as atletas adotam dietas altamente restritivas e desequilibradas, que causam problemas físicos e psíquicos às atletas.
A prevenção e o tratamento destas situações passa pela redução das cargas de treinamento e pelo aumento da ingestão calórica diária dessas atletas. Em alguns casos mais severos o médico pode recorrer a uma terapia de substituição hormonal, com estrogeno e progesterona em baixas doses, com vista a prevenir a desmineralização óssea. A suplementação de cálcio também é fundamental no tratamento dessas situações.
A tríade da mulher atleta ainda não esta totalmente esclarecida, mas apesar de se conhecer a sua real prevalência, todas as suas conseqüências e malefícios para a saúde das atletas, começa a existir uma preocupação crescente por parte das atletas, treinadores e profissionais da saúde. A melhor forma de minimizar os seus malefícios é através de uma identificação e tratamento precoces.
Em vista disso, cabe aqui um importante papel aos treinadores e familiares, no sentido de conhecerem os sinais e sintomas de alerta precoce e encaminharem a atleta rapidamente para uma equipe de profissionais da saúde especializada nestas situações.
data 06/02/2008
Colunista
Hélio Antônio Correa de Souza, Formado em Esporte pela Universidade de São Paulo (USP) Mestre pelo Instituto de Ciências Biomédicas (USP) Preparador físico de diversos atletas da elite do ciclismo de estrada e do mountain bike Dentre os títulos como preparador físico estão o campeonato Brasileiro de Mountain bike, a copa internacional, o campeonato brasileiro de contra-relógio, o campeonato paulista de ciclismo dentre outros. Contato para tirar suas dúvidas: helioesporte@ig.com.br - Blog: http://professorheliosouza.blogspot.com/
retirado de : amigos da bike .com.br
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