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domingo, 22 de dezembro de 2013

LUZ NO FIM DO TUNEL PARA A EQUIPE EUSKASDI

LUZ NO FIM DO TUNEL PARA A EQUIPE EUSKADI, AFINAL UMA BOA NOTÍCIA PARA O CICLISMO MUNDIAL

Equipe de ciclismo Euskadi não se apaga. Miguel Madariaga, presidente da Fundación Euskadi, ontem conseguiu amarrar 60% do orçamento que você precisa para seguir em frente como um treinamento de ciclismo este ano tem jogado o calendário continental.
Amanhã, a Federação Espanhola realizou uma auditoria para verificar a solidez do projeto. "O passar sem problema", prevê o treinador Lemoiz. Depois de meses de pessimismo, de modo a manter viva uma equipe confiante, Euskadi, que nasceu no final de 1993 ea partir da qual surgiu o Euskaltel. "Ainda não posso dizer com certeza que vamos sair para a estrada, mas muitas coisas tem que dar errado para o próximo ano não estarmos nas corridas", diz ele.


 FONTE: http://www.elcorreo.com/vizcaya

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Normas ABNT para Trabalhos Acadêmicos 2013


Olá pessoal, quem não quebra a cabeça com as tais das Normas ABNT, ao fazer um trabalho acadêmico?
Este post foi retirado do blog  http://apoioerevisao.blogspot.com.br, estou divulgando aqui porque é algo necessário, e é bom precisa  conhecimento de como fazer um trabalho corretamente.

NORMAS ABNT 2013

Baseado em normas vigentes da ABNT NBR 6023, 6027, 6028, 10520, 14724.
Objetivo
Tem-se como objetivo estabelecer uniformidade na apresentação dos trabalhos acadêmicos desta instituição e também ser ferramenta de auxilio no processo de elaboração dos trabalhos.
1- ESTRUTURA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS
(teses, dissertações, monografias, Trabalho de conclusão de curso e outros)
Os elementos de um trabalho acadêmico possuem estrutura composta por partes pré-textuais, textuais e pós-textuais, sendo algumas dessas partes consideradas obrigatórias e outras opcionais. Devem obedecer a seguinte ordem:

1.1 PRÉ-TEXTUAIS
1.1.1 Capa (obrigatório)
1.1.2 Folha de rosto (obrigatório)
1.1.2.2 Verso da folha de rosto ou após para versão digital - Ficha Catalográfica (obrigatório)
1.1.3 Errata (opcional)
1.1.4 Folha de aprovação (obrigatório)
1.1.5 Dedicatória (opcional)
1.1.6 Agradecimentos (opcional)
1.1.7 Epígrafe (opcional)
1.1.8 Resumo em português / Resumo em inglês (obrigatório)
1.1.9 Lista de ilustrações, Tabelas, Abreviaturas e siglas, Símbolos(opcional)
1.1.9.1 Apresentação de ilustrações no texto
1.1.9.2 Apresentação de tabelas e quadros no texto
1.1.10 Sumário (obrigatório)
1.2 TEXTUAIS
1.2.1 Introdução
1.2.2 Desenvolvimento
1.2.2.1 Revisão da Literatura
1.2.2.2 Proposição
1.2.2.3 Método
1.2.2.4 Resultados
1.2.2.5 Discussão
1.2.3 Conclusão
1.3 PÓS-TEXTUAIS
1.3.1 Referências (obrigatório)
1.3.2 Obras consultadas (opcional)
1.3.3 Glossário (opcional)
1.3.4 Apêndice (s) (opcional)
1.3.5 Anexos (opcional)
2 CITAÇÃO NO TEXTO
2.1 SISTEMAS DE CHAMADA DA CITAÇÃO NO TEXTO
2.2 SISTEMA AUTOR-DATA
2.3 SISTEMA NUMÉRICO
2.4 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL
2.5 CITAÇÃO INDIRETA
2.6 CITAÇÃO DE CITAÇÃO
2.7 CITAÇÃO DE CANAIS INFORMAIS (AULA, CONFERÊNCIA, E-MAIL, DEPOIMENTOS, ENTREVISTA.)
2.8 CITAÇÃO COM UM AUTOR
2.9 CITAÇÃO COM DOIS AUTORES
2.10 CITAÇÃO COM TRÊS AUTORES - CITA-SE OS TRÊS CITAÇÃO COM MAIS DE TRÊS AUTORES CITA-SE O PRIMEIRO SEGUIDO DE “at al”
2.11 CITAÇÃO DE VÁRIOS AUTORES À UMA MESMA IDÉIA
2.12 CITAÇÃO DE AUTORES COM MESMO SOBRENOME
2.13 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM DATAS DE PUBLICAÇÕES DIFERENTES
2.14 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM MESMAS DATAS DE PUBLICAÇÃO
2.15 CITAÇÃO CUJO AUTOR É UMA ENTIDADE COLETIVA
2.16 CITAÇÃO DE TRABALHOS EM VIAS DE PUBLICAÇÃO (NO PRELO)
2.17 CITAÇÃO DE HOMEPAGE OU WEB SITE
2.18 CITAÇÃO DE OBRAS CLÁSSICAS
2.19 CITAÇÃO COM OMISSÃO DE PARTE DO TEXTO
2.20 NUMERAÇÃO
3 REFERÊNCIAS

1.1 PRÉ-TEXTUAIS

1.1.1 Capa (obrigatório)
Segue abaixo modelo de capa, que deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), o projeto gráfico e de responsabilidade do autor, recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial. Deve obedecer a seguinte ordem:nome da instituição, faculdade e curso;nome do autor;título; subtítulo, se houver;local (cidade da instituição)ano da entrega
Figura 1 - Modelo de Capa

1.1.2 Folha de rosto (obrigatório)
Segue abaixo modelo de folha de rosto, que é a folha que contém os elementos essenciais à identificação do trabalho, deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), o projeto gráfico e de responsabilidade do autor, recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial. Deve obedecer a seguinte ordem: a-nome do autor; b- título; c- subtítulo, se houver; d- natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso, monografia e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição, faculdade, curso; área de concentração e- nome do orientado e, se houver, do co-orientador; f- local (cidade da instituição) g- ano da entrega

Figura 2 - Modelo de Folha de Rosto

1.1.2.2 Verso da folha de rosto ou após para versão digital - Ficha Catalográfica (obrigatório)
No verso da folha de rosto deverá constar a ficha catalográfica que é a identificação padrão do trabalho a para ser catalogado na biblioteca da Metodista ou em outras, e deverá seguir padrões internacionais conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano – AACR2. A biblioteca é responsável de fazer a ficha catalográfica para todos os alunos da instituição procure a bibliotecária de seu campus.
Figura 3 - Modelo de verso de Folha de Rosto

1.1.3 Errata (opcional)
Utiliza-se para indicação de erros porventura cometidos e sua respectiva correção, acompanhados de sua localização no texto. Esta lista deverá constar após a folha de rosto.

Figura 4 - Modelo de Errata

1.1.4 Folha de aprovação (obrigatório)
Deve conter informações essenciais à aprovação do trabalho que constiui-se pelo nome do autor(es), título e subtítulo (se houver), natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituição a que pertencem. A data de aprovação e assinatura dos membros da banca é colocada após a aprovação do trabalho. Esta folha não recebe título.
Figura 5 - Modelo de Folha de Aprovação

1.1.5 Dedicatória (opcional)
Página opcional onde o(a) autor(a) presta homenagem ou dedica seu trabalho. Esta folha não recebe título e o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.6 Agradecimentos (opcional)
Devem ser dirigidos às pessoas ou instituições que, realmente contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho, restringindo-se ao mínimo necessário. Deve receber título, o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.7 Epígrafe (opcional)
Frase, pensamento ou até mesmo versos no qual o autor apresenta citação seguida de autoria relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho. Também podem ser apresentadas epígrafes nas folhas iniciais dos capítulos ou seções. Esta folha não recebe título e o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.8 Resumo em português / Resumo em inglês (obrigatório)
Deve ser um texto bastante sintético que inclui as idéias principais do trabalho, permitindo que tenha uma visão sucinta do todo, principalmente das questões de maior importância e das conclusões a que se tenha alcançado. É feito normalmente na língua de origem e numa outra de larga difusão, dependendo de seus objetivos e alcance. O título deve ser centralizado, sem indicativo numérico e deve ser redigido em parágrafo único. Em teses e dissertações, apresentar o resumo com, no máximo, 500 palavras e em monografias e outros trabalhos acadêmicos, com 250 palavras. As palavras-chave devem estar logo abaixo do resumo. Obs.: os resumos devem estar em folhas separadas, e devem obedecer a seguinte ordem: a- folha do resumo português. b- folha do resumo em inglês.

1.1.9 Lista de ilustrações, Tabelas, Abreviaturas e siglas, Símbolos(opcional)
Enumeração de elementos selecionados do texto, como datas, ilustrações (figuras), exemplos e tabelas, cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. O título deve ser centralizado, sem indicativo numérico, obedecem à ordem que aparecem no texto, exceto para Abreviaturas e siglas que devem estar relacionados em ordem alfabética. Recomenda-se fazer lista para informações que contenham mais de 3 itens. Obs.: as listas devem estar em folhas separadas, e deve obedecer a seguinte ordem: 1ª - Lista de ilustrações ou figuras, 2ª - Tabelas, 3ª - Abreviaturas e siglas, 4ª - Símbolos.
Figura 6 - Modelo de Lista

1.1.9.1 APRESENTAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES NO TEXTO
Entende-se como ilustração os gráficos, diagramas, desenhos, fotografias, mapas, etc. que complementam visualmente o texto.
OBS: DE ACORDO COM A NBR ITEM 5.8 da NBR 14724:2011, AS FIGURAS, TABELAS E GRÁFICOS EM GERAL onde a fonte é embaixo e a denominação acima. Item válido até hoje, não havendo quaisquer alterações neste sentido. FAVOR DESCONSIDERAR AS FIGURAS ILUSTRATIVAS, DESMEMBRANDO CONFORME SUGERIDO.
Figura 7 - Modelo de figura no Texto

1.1.9.2 APRESENTAÇÃO DE TABELAS E QUADROS NO TEXTO
As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente; os quadros contêm informações textuais agrupadas em colunas.
Figura 8 - Modelo de tabelas e Quadros no Texto

1.1.10 Sumário (obrigatório)
Enumeração das principais divisões, seções e capítulos, na mesma ordem e grafia em que a matéria é apresentada no corpo do trabalho. Se o trabalho for apresentado em mais de um volume, em cada um deles deve constar o sumário completo do trabalho.

Figura 9 - Modelo de Sumário

1.2 TEXTUAIS
Essa é a parte do trabalho onde é exposta a matéria. Deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial, margens iguais as partes pré-textuais, espacejamento 1,5 entre linhas. Em caso de citações diretas com mais de três linhas e legendas de tabelas e ilustrações, usa-se espaço simples.
Os títulos e subtítulos das seções e subseções que compõem o texto devem ser alinhados à esquerda, precedidos de seus indicativos numéricos grafados em algarismos arábicos e separados entre si por um espaço de caractere e os títulos devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. Cada seção primária deve ser iniciada em folha nova.
Deve ter três partes principais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

1.2.1 Introdução
A partir da página inicial da introdução, todas as páginas devem ser numeradas inclusive referências, anexos etc, e o número deve vir no canto superior direito, a 2 cm da borda superior. A introdução é a parte inicial do texto, na qual devem constar a formulação e delimitação do assunto tratado, bem como os objetivos da pesquisa. Tem por finalidade fornecer ao leitor os antecedentes que justificam o trabalho, assim como enfocar o assunto a ser abordado. A introdução pode incluir informações sobre a natureza e importância do problema, sua relação com outros estudos sobre o mesmo assunto, suas limitações e objetivos. Essa seção deve preferentemente representar a essência do pensamento do autor em relação ao assunto que pretende estudar. Deve ser abrangente sem ser prolongada. É um discurso de abertura em que o pesquisador oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura; expressa sua própria opinião - contrastando-a ou não - com a literatura; estabelece as razões de ser de seu trabalho sumariando apropriadamente começo, meio e fim de sua proposta de estudo.

Figura 10 - Modelo de Introdução



1.2.2 Desenvolvimento
Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Pode ser dividida em seções e subseções, que variam em função do tema e da abordagem do método. Portanto, a organização do texto será determinada pela natureza do trabalho monográfico e respeitará a tradição da área em que o mesmo se insere. Em trabalhos que se propõem a rever e comentar a literatura, e que não relatam pesquisa de campo ou de laboratório conduzida pelo autor, a Proposição precederá a revisão de literatura. Também não se justifica uma seção Resultados, porque em trabalhos dessa natureza não existe coleta de dados e respectivo tratamento estatístico. Em trabalhos nos quais se relata pesquisa de laboratório ou de campo conduzida pelo autor, o Desenvolvimento das monografias, dissertações ou teses apresentarão nessa ordem as seguintes partes do texto: Revisão da Literatura; Proposição; Método; Resultados; Discussão.

1.2.2.1 Revisão da Literatura
Da Revisão da Literatura devem constar trabalhos preexistentes, que serviram de subsídio às intenções de pesquisa do autor. Pode constituir um corpo único ou ser subdividida, caso o assunto a ser tratado assim o exija. A ordem cronológica dos fatos deve ser obedecida, permitindo uma visão histórica do desenvolvimento do conhecimento do tema.

1.2.2.2 Proposição
A seção da Proposição destina-se a assentar as intenções do autor em relação ao assunto. Deve expressar coerência recíproca entre o título e as seções de Revisão da Literatura e o Material e Método.

1.2.2.3 Método
A seção de Método destina-se a expor os meios dos quais o autor se valeu para a execução do trabalho. Pode ser redigida em corpo único ou dividida em subseções. As subseções mais comuns são: Sujeitos, Material, Procedimentos. Se houver preferência por redigir em corpo único, a cada produto, material ou equipamento citado no texto, corresponderá uma nota de rodapé na qual constará no mínimo o tipo e a origem do meio empregado.

1.2.2.4 Resultados
Nesta seção o autor irá expor o obtido em suas observações. Os resultados poderão estar expressos em quadros, gráficos, tabelas, fotografias ou outros meios que demonstre o que o trabalho permitiu verificar. Os dados expressos não devem ser repetidos em mais de um tipo de ilustração.

1.2.2.5 Discussão
A discussão constitui uma seção com maior liberdade. Nessa fase o autor, ao tempo que justifica os meios que usou para a obtenção dos resultados, pode contrastar esses com os constantes da literatura pertinente. A liberdade dessa seção se expressa na possibilidade de constarem deduções capazes de conduzir o leitor naturalmente às conclusões. Na discussão dos resultados o autor deve cumprir as seguintes etapas:
a- estabelecer relações entre causas e efeitos; b- apontar as generalizações e os princípios básicos, que tenham comprovações nas observações experimentais; c- esclarecer as exceções, modificações e contradições das hipóteses, teorias e princípios diretamente relacionados com o trabalho realizado; d- indicar as aplicações teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como, suas limitações; e- elaborar, quando possível, uma teoria para explicar certas observações ou resultados obtidos; f- sugerir, quando for o caso, novas pesquisas, tendo em vista a experiência adquirida no desenvolvimento do trabalho e visando a sua complementação.

1.2.3 Conclusão
Mesmo que se tenham várias conclusões deve-se usar sempre o termo no singular, pois, se trata da conclusão do trabalho em si e não um mero enunciado das conclusões a que o(a) autor(a) chegou. È a recapitulação sintética dos resultados e da discussão do estudo ou pesquisa. Pode apresentar deduções lógicas e correspondentes aos objetivos propostos.

1.3 PÓS-TEXTUAIS
Nesta secção compreendem as informações que complementam o trabalho acadêmico.

1.3.1 Referências (obrigatório)
Conjuntos de elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais que foram mencionados explicitamente no decorrer do trabalho. Não deve constar nas referencias elementos que não foram citados no texto.
As referências deverão ser apresentadas em lista ordenada alfabeticamente por autor (sistema autor-data), usar espaçamento entre linhas simples e entre as referências, duplo espaço e alinhados à esquerda.
O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico.

1.3.2 Obras consultadas (opcional)
São materiais que foram utilizados para compor um idéia e não foi citado no texto.

1.3.3 Glossário (opcional)
É um vocabulário explicativo dos termos, conceitos, palavras, expressões, frases utilizadas no decorrer do trabalho e que podem dar margens a interpretações errôneas ou que sejam desconhecidas do público alvo e não tenham sido explicados no texto.

1.3.4 Apêndice (s) (opcional)
Documentos que são anexados no final do trabalho com a finalidade de abonar ou documentar dados ou fatos citados no decorrer de seu desenvolvimento. São documentos elaborados pelo próprio autor e que completam seu raciocínio sem, prejudicar a explanação feita no corpo do trabalho.
Os apêndices são identificados por letra maiúscula do alfabeto consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo:
APÊNDICE A - Avaliação numérica... APENDICE B - Avaliação de células...

1.3.5 Anexos (opcional)
Suportes elucidativos e indispensáveis para compreensão do texto, são constituídos de documentos, nem sempre elaborados pelo próprio autor, que complementam a intenção comunicativa do trabalho.
O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico.
Se houver mais de um anexo, sua identificação deve ser feita por meio de letra maiúscula do alfabeto. Exemplo:
ANEXO A - Questionário... ANEXO B - Representação gráfica...

2 CITAÇÃO NO TEXTO
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) - NBR10520 - Citação é a “menção, no corpo do texto, de uma informação extraída de outra fonte".

2.1 SISTEMAS DE CHAMADA DA CITAÇÃO NO TEXTO
Segundo a ABNT, as citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada: autor-data ou numérico. Qualquer método adotado deverá ser seguido consistentemente em todo o texto.

2.2 SISTEMA AUTOR-DATA
Esse estilo de citação permite ao leitor identificar, rapidamente a fonte de informação na lista de referências, em ordem alfabética no final do trabalho.As citações são feitas pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável, ou ainda, pelo título de entrada (caso a autoria não esteja declarada), seguido da data de publicação do documento, separados por vírgula ou entre parênteses.
EX.: O discurso competente, além de expressar significados, "representações, ordens, injunções para fazer ou não fazer consequencias, significações no sentido amplo do termo" (CASTORIADAS, 1991, p. 195), expressa também significantes cujas variáveis são mais sinuosas. "Apesar das aparências, a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia " segundo, Derrida, (1963, p.123)

2.3 SISTEMA NUMÉRICO
Neste sistema, a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismo arábicos, remetendo a lista de referencias no final do trabalho, na mesma ordem em que aparecem no texto. A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou situada um pouco acima da linha do texto em expoente à linha do mesmo, após a pontuação que fecha a citação
EX.: Diz Rui Barbosa: " Tudo é viver, previvendo."(15) Diz Rui Barbosa: "Tudo é viver, previvendo15."

2.4 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
EX.: Barbour (1971, p.35) descreve: “O estudo da morfologia dos terrenos..."
As citações diretas, no texto, de mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4cm da margem esquerda com letra menor que a do texto, sem as aspas.
EX.: A teleconferência permite ao individuo participar de um encontronacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comum de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone,e computador. Através da áudio-conferência, utilizando a companhialocal de telefone, um sinal de áudio... (NICHOLS, 1993, p.181)

2.5 CITAÇÃO INDIRETA
Transcrição de conceitos do autor consultado, porém descritos com as próprias palavras do redator. Na citação indireta o autor tem liberdade para escrever com suas palavras as idéias do autor consultado.
EX.: Apenas poucos estudos examinaram a conformação de uma molécula inteira de mucina, utilizando a NMR de carbono 13 e técnicas de disseminação luminosa, (GERKEN, 1989). (Dentro do parênteses o nome do autor deve estar em letras maiúsculas, só se usa minúscula no texto).

2.6 CITAÇÃO DE CITAÇÃO
É a transcrição direta ou indireta de uma obra ao qual não se teve acesso. Nesse caso, emprega-se a expressão latina "apud" (junto à), ou o equivalente em português "citado por", para identificar a fonte secundária que foi efetivamente consultada.
EX.: Além desses aspectos sobre a formação do povo brasileiro, que ainda hoje influenciam, de forma negativa, a disponibilidade para o ato de ler, outros ainda devem ser observados. Sobre este assunto, são esclarecedoras as palavras de Silva (1986 apud CARNEIRO, 1991, p. 31)

2.7 CITAÇÃO DE CANAIS INFORMAIS (AULA, CONFERÊNCIA, E-MAIL, DEPOIMENTOS, ENTREVISTA.)
Quando se tratar de dados obtidos por informação verbal (palestras, debates, comunicações) indicar entre parênteses, a expressão informação verbal, mencionando os dados disponíveis em rodapé.
EX.: O novo medicamento está disponível até o final deste semestre (informação verbal)1. No rodapé da página: 1 Notícia fornecida pelo presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso em Novembro de 2002.

2.8 CITAÇÃO COM UM AUTOR
EX. 1: (autor como parte do texto) Como afirma Almeida (1988, p. 14) "As novas tecnologias são o resultado prático de cruzamentos entre as diversas faces do triangulo da comunicação contemporânea: a tv, o satélite e o computador."
EX. 2: (autor não faz parte do texto) "As novas tecnologias são o resultado prático de cruzamentos entre as diversas faces do triangulo da comunicação contemporânea: a tv, o satélite e o computador." (ALMEIDA, 1988, p. 14)
OBS.: trata-se de citação direta, por isso o trecho retirado da obra consultada é digitado entre aspas duplas e a pontuação do autor citado é fielmente reproduzida.

2.9 CITAÇÃO COM DOIS AUTORES
Devem ser apresentados pelos sobrenomes dos autores ligados por ; quando apresentados entre parênteses. Quando citados no texto, devem ser ligados por "e", seguidos do ano da publicação. Os nomes devem estar separados por " ; ". O símbolo & indica sociedade comercial, portanto não é apropriado para um trabalho científico.
EX. 1: (autor como parte do texto) Zaccarelli e Fischmann (1994) identificam a estratégia de oportunidades como sendo a adotada por empresas que enfrentam grandes variações no nível de atividade em seus mercados. Ela consiste basicamente na manutenção de mínimo esforço durante os períodos de baixa intensidade e na minimização do esforço em período de pico.
EX. 2: (autor não faz parte do texto) As estratégia de oportunidades como sendo a adotada por empresas que enfrentam grandes variações no nível de atividade em seus mercados. Ela consiste basicamente na manutenção de mínimo esforço durante os períodos de baixa intensidade e na minimização do esforço em período de pico. (ZACCARELLI; FISCHMANN, 1994)

2.10 CITAÇÃO COM TRÊS AUTORES - CITA-SE OS TRÊS CITAÇÃO COM MAIS DE TRÊS AUTORES CITA-SE O PRIMEIRO SEGUIDO DE “at al”
Com mais de três autores:
EX. 1: (autor como parte do texto) Lotufo Neto et. al (2001) afirmam que as pessoas com depressão sofrem muito e procuram a ajuda de profissionais da saúde, porém estes raramente identificam o problema.
EX. 2: (autor não faz parte do texto) As pessoas com depressão sofrem muito e procuram a ajuda de profissionais da saúde, porém estes raramente identificam o problema. (LOTUFO NETO et al., 2001)

2.11 CITAÇÃO DE VÁRIOS AUTORES À UMA MESMA IDÉIA
Citar os autores obedecendo a ordem alfabética de seus sobrenomes.
EX.: Essas proposições foram testadas dentro dos limites estreitos da pesquisa sobre projeto do tabalho e em powerment. Dessa forma Parker, Wall e Jackson ( 1997) e Parker (2000) demonstraram como autonomia e decisão são positivamente relacionadas com comportamentos proativos, iniciativas, flexibilidades e internalizações de estratégias organizacionais por parte dos empregados. Do mesmo modo, Cordery e Clegg, Leach, Jackson (2000), Parker (1998),Wall (2000) .

2.12 CITAÇÃO DE AUTORES COM MESMO SOBRENOME
Havendo dois autores com o mesmo sobrenome e mesma data de publicação, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes.
EX.: 1Os dados para a amostra dessa pesquisa foram coletados no banco de dados International Finance Corporation. Conforme salientam Costa J.R. e Costa M.R (1984).

2.13 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM DATAS DE PUBLICAÇÕES DIFERENTES
EX.: Recentemente, foi comprovado que a educação continuada e o treinamento representam a base de sustentação do controle de qualidade total Tavares (1994, 1995, 1998).
Importante: a seqüência das citações obedece a ordem cronológica das publicações.

2.14 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM MESMAS DATAS DE PUBLICAÇÃO
EX.: De acordo com Robinson (1973a, 1973b, 1973c) o número de manifestação corresponde a ....
Importante: na elaboração das referências as mesmas letras identificadoras dos documentos deverão ser apresentadas.

2.15 CITAÇÃO CUJO AUTOR É UMA ENTIDADE COLETIVA
EX.: Segundo a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, (2002) todo autor citado no texto deve ser relacionado nas referências.
OBS: As próximas vezes que a entidade for citada poderá ser utilizada apenas a sigla. Exemplo: Segundo a ABNT...

2.16 CITAÇÃO DE TRABALHOS EM VIAS DE PUBLICAÇÃO (NO PRELO)
EX.: Segundo Carneiro (não publicado), todo comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem três pólos distintos: nós e aquilo que nós somos, nós e aquilo que nos cerca, nós e as outras pessoas. Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos esta relação.
OBS: No caso do texto estar redigido em inglês, utiliza-se a expressão" in the press"

2.17 CITAÇÃO DE HOMEPAGE OU WEB SITE
Cita-se o autor pelo sobrenome, como se faz na citação tradicional. Quando não houver autor cita-se a primeira palavra do título em CAPS LOCK (A ABNT orienta fazer a citação da mesma forma que a do autor-livro e autor revista. Não se faz menção do site na nota de rodapé, pois existe uma referência própria para documentos retirados da Internet.
EX.: Ao tratar de biblioteca digital, Cunha (1999) esclarece que ela " é também conhecida como biblioteca eletrônica (principalmente no Reino Unido), biblioteca virtual (quando utiliza recursos da realidade virtual), bibliotecas sem paredes e biblioteca virtual.
Somente na lista de referências cita-se o nome completo do autor o nome do site e a data do acesso.

2.18 CITAÇÃO DE OBRAS CLÁSSICAS
EX.: Homero exulta o povo "Bravos, meus filhos! Vigiai, sempre assim; que ninguém ceda ao sono..." (Ilíada, 10, p.173). O volume deve ser indicado em arábico e deve-se colocar a designação da página " p. "

2.19 CITAÇÃO COM OMISSÃO DE PARTE DO TEXTO
Omissões em citações são permitidas quando não alteram o sentido do texto. São indicadas pelo uso de reticências no inicio ou no final da citação.Quando houver omissões, no meio da citação, usam-se reticências entre colchetes. As reticências indicam interrupção de um pensamento ou omissão intencional de algo que se devia ou que podia dizer e que apenas se sugere, por estar facilmente subtendido.
EX.: No inicio da citação: "...alguns dos piores erros na construção organizacional tem sido cometidos pela imposição de um modelo mecanicista de organização ideal" ou "universal" a uma empresa viva" (CASTRO, 1976, p.41)
No meio da citação: “O poder tributário [...] é à base de aplicação de qualquer categoria de tributos" (FOUROUGE, 1973, p. 41)
No final da citação: "Em relação a este tema Muraro (1983) no seu estudo com mulheres brasileiras da classe burguesa, afirma que uma das preocupações mais importantes destas mulheres centrava-se na própria aceitação...”.

2.20 NUMERAÇÃO
A numeração das notas explicativas é feita em algarismo arábico, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página.
Ibdem - ibd [ na mesma obra] - Usado quando se faz várias citações seguidas de um mesmo Documento.

5 Silva, 1980, p.120 6 Ibid, p. 132Idem - Id [ do mesmo autor] - Obras diferentes do mesmo autor.
5 Silva, 1980, p. 132 6 Id, 1992, p. 132
Opus citatum - op. cit. [obra citada] - Refere-se à obra citada anteriormente “na mesma página”, quando houver intercalação de outras notas.

5 Silva, 1980, p. 23 6 Pereira, 1991, p. 213 7 Silva, op. cit., 93Locus citatum - loc cit [lugar citado] - Refere-se a mesma página de uma obra citada anteriormente, quando houver intercalação de outras notas.
5 Silva, 1995, p120 6 Pereira, 1994, p.132 7 Silva, loc. Cit
Nota:

As expressões latinas somente podem ser usadas em notas de rodapé.
Das expressões latinas, a expressão apud é a única que pode ser usada no texto também.

3 REFERÊNCIAS
Segue nesta secção exemplos dos tipos de referências e sua ordem exata conforme norma vigente da ABNT – NBR 6023.


ABORÍGENES. In: Novo Aurélio : dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2000.

3.14 LEIS E DECRETOS
BRASIL. Decreto lei n. 2.425, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos na Administração Federal. Diário oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v.126, n. 66, p.6009, 08 de abril. Seção 1, pt 1

3.15 ACÓRDÃOS DECISÕES E SENTENÇAS DE CORTES OU TRIBUNAISNOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição. Extradição n. 410. Estados Unidos da América e José Antônio Hernandez. Relator: Ministro Rafael Mayer. 21 mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudencia, Brasilia, v. 109, p. 870-879, set. 1984.

3.16 PARECERES, RESOLUÇÕES E INDICAÇÕES AUTORIA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n. 16 de 13 de dezembro de 1984. Dispões sobre reajustamento de taxas, contribuições e semestralidades escolares e altera e altera a relação do artigo 5 da da resolução n. 1 de 14/1/83. Relator: Lafayete de Azevedo. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 13 dez. 1984. Séc. 1, p. 190-191.

3.17 BÍBLIA
Bíblia considerada no todo
BIBLIA. Idioma. Título. Tradução ou versão. Edição. Local: Editora, ano
BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução: Centro Bíblico Católico. 34. ed rev. São Paulo: Ave Maria, 1982.
Partes da Bíblia
Quando se tratar de partes da bíblia, inclui-se o titulo da parte antes da indicação do idioma e menciona-se a localização da parte (capítulo ou versículo) no final.
BIBLIA, N. T. João. Português. Bíblia sagrada. Reed. Versão de Anttonio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Ed. Da Américas, 1950. Cap. 12, vers. 11.

3.18 ATAS DE REUNIÕES
Universidade Metodista de São Paulo. Conselho de Ensino e Pesquisa, São Bernardo do Campo. Ata da sessão realizada no dia 10 out. 2002. Livro 30, p. 10 verso.

3.19 ARQUIVOS ELETRÔNICOS
UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO. Sistema de Bibliotecas. Normas.doc. Manual para apresentação de trabalhos científicos. Biblioteca Central. São Bernardo do Campo, 16 out. 2002. 2 disquetes. Word 5.0. SILVA, L.L. B. Apostila.doc. São Bernardo do Campo, 16 out. 2001. Arquivo (605 bytes); disquetes 3 ½ Word for Windows 6.0.
UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO. Biblioteca Central. Manual de referencia. São Bernardo do Campo, 2002. 1 disquete.


SANTOS, J. J. Discussões sobre normalização de trabalhos [mensagem pessoal]. Mensagem recebida porbiblioteca@metodista.br em 12 out. 2002.
NOTA: Segundo a ABNT, as mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão. Mensagens trocadas por e-mail tem caráter informal, interpessoal e efêmero, e desaparece rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte cientifica ou técnica de pesquisa.

3.20 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS (disponíveis em meio tradicional e que também se apresentam em meio eletrônico)
a- Livro no todo:
QUEIRÓS, Eça de. A relíquia. In: BIBLIOTECA virtual do estudante brasileiro. São Paulo: USP, 1998. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br>. Acesso em: 11 nov. 2002.
b- Evento no todo:
CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIAS DO MOVIMENTO, 35., 2002, São Paulo. Anais... São Paulo, SP: UMESP. 1 cd-rom.


ABORÍGENES. In: Novo Aurélio : dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2000. Disponível em <http://www.dicionariodalinguaportuguesa.com.br >. Acesso em: 12 nov. 2002.
f- Jornal
Estado de São Paulo. São Paulo, ano 126, n. 39401, nov. 2002. Disponível em: <http://www.estadao.com.br >. Acesso em: 12 nov. 2002.
g- Artigo de jornal
COMÉRCIO, eletrônico. O Povo On-line, Fortaleza, 18 nov. 1989. Disponível em: <http://www.opovo.com.br >. Acesso em: 18 nov. 2002.
h- Artigo de revista
SANTOS, Lineu. O bibliotecário de referencia. Ciência da Informação. Brasília : IBICT, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em <http://www.ibict.br/cionline/ >. Acesso em: 18 nov. 2002.

3.21 DOCUMENTOS TRADUZIDOS
Pode-se indicar a fonte da tradução quando mencionada.
CARRUTH, J. A nova casa do Bebeto. Desenho de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Circulo do Livro, 1993. 21p. Tradução de: Moving House.

ANEXO A - Roteiro para Formatar o Trabalho Acadêmico Inserindo Numeração a partir da Introdução:
Fazer a quebra de página na folha anterior a introdução ou a anterior a que se inicia a numeração.Na barra de menu do word clicar em:

Inserir
Quebra de página
Tipos de quebra de seção – Contínua
OK2. Na página da introdução ou a que inicia a numeração. Clicar em (barra de menu do word):

Exibir
Cabeçalho e rodapé
Desabilitar o ícone : “mesmo que a seção anterior”
Formatar números de página – completar o campo “iniciar em”: com a numeração que inicia o seu trabalho.
Clicar no ícone : “inserir números da página”

Fonte: http://www.metodista.br



sexta-feira, 14 de junho de 2013

VELÓDROMO LUIZ CARLOS GALÁN EN COLOMBIA SE CAE A PEDAZOS


Velódromo Luis Carlos Galán se cae a pedazos

Imagen - Velódromo Luis Carlos Galán se cae a pedazos
Pocos colombianos recuerdan el reconocimiento mundial que alcanzó a tener el país en 1995 por cuenta del ciclismo, cuando Colombia fue la sede del campeonato Mundial de esa disciplina.
En aquel momento, el país causó revuelo por completar en tiempo récord la construcción de uno de los velódromos más rápidos del mundo, el Velódromo Luis Carlos Galán.  Más de 1.500 pedalistas y representantes de más de 70 países nos visitaron con la ilusión de lograr alguna de las preseas que se disputaron en 12 categorías. Fue la última vez que se celebraron en un mismo país sede los Mundiales de Ciclismo de Pista y de Ruta.
Hoy, el Velódromo Luis Carlos Galán se cae a pedazos. La pista sobre la que rodaron campeones y medallistas olímpicos está llena de fisuras y sobresaltos que hacen imposible competir sobre su superficie, no queda nada del brillante escenario que enorgulleció al país 17 años atrás.
Según los entrenadores que preparan a los jóvenes ciclistas que llegan al Luis Carlos Galán, la pista no ha recibido mantenimiento desde su inauguración y, en cambio, ha sufrido el inclemente paso de los años, sin que hasta el momento se hayan tomado medidas serias para su sostenimiento.
En la pista se observan grietas que hacen que el trabajo de los pedalistas se torne riesgoso, teniendo en cuenta que las velocidades promedio de los competidores pueden llegar a más de 80km/h en las pruebas contra-reloj. A esta velocidad, según explican los entrenadores, una pequeña hendidura en la pista podría generar un accidente grave, por ello el trabajo de preparación para los deportistas se tiene que hacer con velocidades moderadas y siguiendo trazados que permanentemente esquivan huecos y grietas para evitar pinchazos y caídas.
Las losas de desagüe que acompañan silenciosamente el recorrido del ciclista, se deterioraron hasta romperse, así que sólo han quedado allí los espacios entre una y otra que se convierten en un obstáculo más que deben sortear los practicantes.  
El espacio protagónico de las pruebas para el Campeonato de 1.995 contaba con un anemómetro, instrumento que mide la dirección y la fuerza del viento, sin embargo, nadie sabe de su paradero, de tal manera que los deportistas se tienen que valer de su intuición para medir el impacto del viento sobre su práctica.
“Con esta pista los ciclistas pierden rendimiento y marcan tiempos que no son justos con los estándares internacionales y les dan una visión sesgada de su desempeño”, señala uno de los entrenadores que pide la reserva de su identidad.
Las zonas comunes o de traslado, donde se ubican los accesos, las salidas, pasillos, escaleras, dependencias, y otros servicios no se salvan del abandono.  Las paredes han sido consumidas por la humedad, y lo que en algún momento fue blanco hoy es decorado por el musgo que han dejado las inundaciones.
Sótanos, bodegas, y pasillos permanecen anegados, y se oxidaron las pocas bicicletas que esperaban silentes una oportunidad para salir a la pista.  Los baños están a punto de ser clausurados por antihigiénicas y las duchas hoy son apenas un vago recuerdo.
El “coloso escenario” como se refieren al Velódromo Luis Carlos Galán en la página del Instituto Distrital de Recreación y Deporte, está agonizando.
En estos días, en los que en torno a 8 medallas olímpicas todos los colombianos celebramos, vale la pena recordar el camino que con dificultad recorren nuestros deportistas para arañar a las potencias deportivas y colgarse una medalla para regresar al país de sueños y velódromos quebrantados.
Enrique Richardson, diseñador del majestuoso escenario, y de otros tantos en Venezuela, Bolivia, y República Dominicana; sufriría al ver el estado actual de su obra.

domingo, 12 de maio de 2013

TURISMO PARA CICLISTAS - CHURRIANA DE LA VEGA ESPAÑA



CHURRIANA DE LA VEGA es un municipio español, perteneciente a la provincia de Granada en Andalucía. con un población de 13.118 personas, su administración tiene como prioridad la educación de sus jóvenes, y la practica deportiva es parte de esta prioridad.
Está situado en la parte central de La Vega de Granada, justo en la margen izquierda del río Genil y la margen derecha de uno de sus afluentes, el río Dilar, a unos 6 kilómetros de la capital provincial.
El Ayuntamiento de Churriana ha registrado un superávit de casi 1.000.000 de euros en 2012 gracias a una buena gestión y la contención del gasto. Además, se ha obtenido un resultado presupuestario positivo de 3.000.000 de euros, lo que da un gran margen para la inversión y el desarrollo, pero las contenciones no perjudico las inversiones en el deporte, el municipio es uno de los que mas invirtió en la juventud, la escuela de ciclismo recibió fuerte apoyo del ayuntamiento , el deporte es una prioridad del Alcaide. 
La escuela de ciclismo de Churriana es apoyada por el municipio, una empresa de señalización viaria (Sedinfra), y la tienda de bicicletas Energy Bikes.


FESTAS:

  • Cabalgata de Reyes (5 de enero).
  • Fiesta de Nuestro Padre Jesús (último domingo de enero).
  • Jueves Lardero (40 días antes de Semana Santa).
  • Semana Santa.
  • Fiesta de la Cruz (3 de mayo).
  • Festividad de San Roque (16 de agosto).
  • Festividad en Honor a Nuestra Señora la Virgen de la Cabeza (8 de septiembre).

terça-feira, 30 de abril de 2013

MALDITOS ASSASINOS


Mais um de nós sí hoje foi. O triatleta Pedro Nikolay foi atropelado Por um ônibus em Ipanema no Rio de Janeiro na manhã dessa terça-feira.
A Assessoria de Imprensa da Rio Ônibus informou Que comió 12h desta terça-feira un Viação Vila Isabel ainda não havia conseguido IDENTIFICAR o Ônibus Que se envolveu no "acidente".
A Prefeitura do Rio, POR meio da Secretaria Municipal de Transportes, notificou o consórcio Intersul Para Qué sejam identificados, imediatamente, o veículo eo motorista Que mataram o dentista triatleta. A Prefeitura também determinou para a Empresa Viação Vila Isabel, Que guarde o veículo na garagem Para Qué elementos Possa passar pela PERICIA. Solicitadas foram inclusivo imagens do circuito interno do coletivo.
Pedro
Ele estava em um Grupo com mais 20 triatletas quando atropelado foi. Os Colegas pediram socorro Que demorou Cerca de 20 minutos párrafo chegar ao local. Já o triatleta Braune Rafael de Castro, de 34 anos Presentación, contou Que o Ônibus ultrapassou o sinal vermelho.
Pedro foi atropelado Por volta de 6h da Manhã na esquina da Av. Vieira Souto com a Rua Henrique Dumont, POR um ônibus da linha 443. Os bombeiros chegaram socorrer a Pedro e leva-lo para o hospital, mas ele não resistiu aos ferimentos. Ele teve fraturas MULTIPLAS e pulmões perfurados.
"O Ônibus avançou o sinal vermelho e atropelou o Pedro, Que estava na área Dedicada ao treinamento de Ciclistas. Pessoas Que estavam no ponto de Ônibus chegaram a gritar para o motorista Que ele havia atropelado um ciclista, mas ele seguiu em Frente electrónico não prestou socorro "contou Rafael.
Ou seja, sí de fato isso tiver ocorrido, isso não foi um acidente e sim um Assassinato cometido porción mais um motorista irresponsável e mau treinado dos milhares Que dirigem pelo Brasil, carregando milhões de pessoas todos os dias e colocando em risco a segurança de Todos .
Quantos Terao Que morrer Antes das Providencias serem Tomadas ... Se Que é um Serão Tomadas!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A LEI DO GERSON ( FAMOSO JEITINHO BRASiLEIRO DE LEVAR VANTAGEM EM TUDO)

É CORRETO LEVAR  VANTAGEM EM TUDO?

O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável.
Nos Estados Unidos da América, as leis não admitem permissividade alguma, e possuem franca influência na esfera dos costumes e da vida privada. Em termos mais populares, diz-se que, lá, ou “pode”, ou “não pode”. No Brasil, descobre-se que é possível um “pode-e-não-pode”, dependendo do "você sabe com quem está falando?" , se é que me entendem.
Na patria amada, a verdade é assasinada sem constrangimentos, se alguma vantagem estiver em jogo,o que faz com que as normas e leis sejam desmoralizadas e quem as cumpre, estigmatizado como otário ou sub-cidadão.
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo que fazem no seu dia-a-dia, e que portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, Cerrrto?" . Dando origem à famosa Lei de Gérson. E assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo pra orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
O triste é estas praticas presentes em todas as areas de nossa sociedade, em particular no ciclismo, esta se tornando uma pratica corriqueira.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente,  lembremos: existe saída ? Sim existem saídas : Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É  preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional.
Não adianta continuar a levar a vida de sempre,  conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Fonte: http://elo.com.br


domingo, 31 de março de 2013

70ª VUELTA CICLISTA DE URUGUAY ACCIDENTE

..
Falleció Marcelo Gracés tras accidentarse en la 70ª Vuelta Ciclista de Uruguay

Falleció Marcelo Gracés tras accidentarse en la Vuelta Ciclista


 
Se le rompió el manubrio de la bicicleta, cruzó de senda e impactó de frente con una moto de tránsito de la Intendencia en la Rambla Armenia y Juan María Pérez.
 
El ciclista Marcelo Gracés, de 38 años, del Club Fénix falleció este domingo tras protagonizar un grave accidente de tránsito mientras se disputaba la última etapa de la 70ª Vuelta Ciclista del Uruguay.
El siniestro se produjo en la mañana de este domingo en la Rambla Armenia y Juan María Pérez cuando se le rompió el manubrio de la bicicleta, perdió el equilibrio cruzó de senda e impactó de frente con una moto de Tránsito de la Intendencia de Montevideo.
Gracés fue trasladado de urgencia a la Asociación Española donde falleció minutos después. Sufrió graves heridas en el cráneo y perdió mucha sangre.
Testigos del accidente aseguraron a Subrayado que la ambulancia demoró más de 15 minutos en llegar al lugar para asistir a Gracés.
Dante Baca, segundo comisario general de la Vuelta Ciclista, dijo en Punto Penal, que la etapa de este domingo quedó anulada por razones de fuerza mayor por no estar dadas las condiciones de seguridad en el circuito.
“Los resultados quedan como hasta el sábado”, anunció Baca.
Falleció Marcelo Gracés tras accidentarse en la Vuelta Ciclista

FUENTE:http://www.subrayado.com.uy
 

domingo, 6 de janeiro de 2013

DEU FUNVIC CICLISMO NA COPA AMERICA 2013


DEU      FUNVIC       CICLISMO        NA             COPA               AMERICA




 

Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro

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Pelo segundo ano consecutivo, a Copa América de Ciclismo foi embalada por sotaque argentino. Francisco Chamorro, campeão em 2012, faturou o título da competição pela terceira vez. O representante da equipe de Pindamonhangaba vive há 10 anos no Brasil. A competição reuniu 145 ciclistas, com um percurso de nove voltas e 110,5 km no Aterro do Flamengo, no Rio. A 13ª edição da prova marcou o início da temporada 2013 do ciclismo brasileiro
O ciclista argentino voltou a surpreender nas ruas do Rio de Janeiro. Após ficar no meio do pelotão durante praticamente toda a prova, Chamorro disparou com tudo no sprint final e venceu a disputa.
Breno Sidoti, campeão em 2011, e o companheiro de equipe Carlos Alexandre Manarelli, ambos do Pindamonhangaba, abriram uma vantagem expressiva em relação aos demais competidores ainda na metade da prova. Eles conseguiram até 30 segundos de vantagem sobre o pelotão, mas não foi o suficiente.
Nos últimos 5 km, Breno Sidoti foi alcançado pelos demais competidores do pelotão. Manarelli, por sua vez, seguia em vantagem, mas sofria com o vento contrário.
Não demorou muito para Alexandre Manarelli voltar a se juntar ao pelotão. Com a disputa em aberto nos metros finais, os experientes Nilceu Santos e Francisco Chamorro conseguiram chegar na frente nos últimos 400m, acelerando mais.
Nos metros finais, Chamorro aumentou sua velocidade e não deu mais chance aos demais competidores e, em um fim de prova emocionante, faturou o tricampeonato.
Efeito dominó
O ciclista Wagner Silva, da equipe de São Caetano do Sul, foi uma das vítimas do efeito dominó, muito comum em provas de ciclismo, onde o contato entre os atletas é constante. Natural de Campinas e criado em São José do Rio Preto, o jovem de 21 anos sofreu una queda ainda na primeira volta, ficando com algumas escoriações pelo corpo, no braço e na perna esquerda. Por sorte, não foi nada grave e ele já vai retormar os treinamentos amanhã.
- Os tombos são normais no ciclismo, já sofri quedas piores, a 75km/h e as escoriações foram mais profundas. Geralmente, conseguimos retornar, mas como esta é uma prova plana e muito veloz, não tem como voltar com chances de acompanhar o pelotão. - disse Wagner, que já passou pela equipe de Iracemápolis.
Luciene Ferreira vence disputa feminina
Com uma arrancanda nos últimos 300 metros, Luciene Ferreira Silva, de Pindamonhangaba, superou as rivais em uma disputa acirrada, com tempo de 1h00m15s747. A atleta olímpica Clemilda Fernandes, melhor brasileira do ranking mundial, correu sozinha e terminou apenas 4 centésimos atrás (1h00m15s753). A ciclista chegou a comemorar a vitória, erguendo os braços ao cruzar a linha de chegada e ficou inconformada com o resultado. Campeã da Copa América no ano passado, Valquíria Pardial, também de Pinda, levou a medalha de bronze, ao completar o percurso de três voltas e cerca de 37 quilômetros em 1h00m16s306.

fotos:  Luis Claudio Antunes/PortalR3