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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

DROGAS O PERIGO PARA A JUVENTUDE



O crescente aumento do consumo de drogas pelos adolescentes é comprovação cotidiana dos estudos científicos.
Entre os impedimentos para a autoidentificação, no período da adolescência, destaca-se a rejeição.
Caracterizado pelo abandono a que se sente relegado o jovem no lar, esse estigma o acompanha na escola, no grupo social, em toda parte, tornando-o tão amargurado quão infeliz. 
As causas são muitas: a solidão, a falta de formação, as más companhias, as decepções, os desentendimentos com os pais e outros desconfortos de uma sociedade injusta e excludente. Nesta situação, as drogas podem se apresentar ao adolescente como a solução dos problemas que o aflige. É uma triste ilusão!
 Sentindo-se impossibilitado de auto-realizar-se, o adolescente, que vem de uma infância de desprezo, foge para dentro de si, rebelando-se contra a vida, que é a projeção inconsciente da família desestruturada, contra todos, o que é uma verdadeira desdita. Daí ao desequilíbrio, na desarmonia psicológica em que se encontra, é um passo.

 Embora o homem adulto faça uso de drogas desde seus primórdios, o abuso de drogas por adolescentes foi reconhecido como um problema sério somente no século XX , ao final dos anos 50, com os primeiros relatos do uso de solventes. Nos anos 60, com os movimentos jovens ganhando força, as substâncias químicas, principalmente a maconha e os alucinógenos, começaram a fazer parte de seu mundo e, desde então, as drogas fazem parte do cenário internacional.
É urgente e necessário buscar estabelecer parâmetros que possibilitem uma intervenção integrada, mais eficiente e eficaz do Poder Público nas àreas da prevenção, repressão, recuperação e reinserção da grande parcela da juventude brasileira flagelada pelas drogas.
Em um mundo palco de tão rápidas e profundas mudanças, sabe-se que nem sempre ter consciência de uma dificuldade ou problema significa saber resolvê-lo. Outras vezes, ainda, sabe-se o que é que tem de ser feito, mas não se sabe como fazê-lo.

É preciso encontrar novas formas de tratar a questão das drogas na vida do adolescente. A droga deixou de ser apenas um caso de polícia ou uma prática de "grupos marginais" para se tornar um problema da sociedade moderna. 
Sabe-se que não há como acabar com a droga em si, e ela não é a única causa de violência da sociedade, mas o consumo abusivo de substâncias psicoativas entre os adolescentes e a sua relação com o criminalidade é tema que vem preocupando há muito os profissionais que atuam na área da infância e da juventude.


Mariamaura/Psicopedagoga pela UFJ


FONTE:http://marimauraraiodeluz.blogspot.com.br

A RESPONSABILIDADE DO PAI E MÃE NO SUCESSO OU FRACASSO DO FILHO


 ARESPONSABILIDADE DO PAI E MÃE NO SUCESSO OU FRACASSO DO FILHO

 Em um mundo cada vez mais conturbado pela invasão das drogas, nós os pais, passamos a ter fundamental  importancia no sucesso ou fracasso do filho, voce pai ou mâe poderá ter orgulho ou tristeza, sorrir ou chorar se não forem os principas pilares no desenvolvimento do filho, é o que mostra este pequeno estudo.
  A carreira de um de um ciclista é considerada curta (em média dez a quinze anos no máximo vinte anos) portanto quanto mais cedo a criança ingressar na categoria de base, melhor a chance de alcançar o profissionalismo, pois o atleta vai ser formado dentro do próprio clube. Porém, poucos dos milhares de atletas que passam pelas categorias de base, chegam ao nível profissional, e raros são os que conseguem sucesso e estabilidade financeira (LEVINE, 1982; SÁ, 2009, SHIRTZ, 1982; WITTER, 1982). O alto nível da categoria profissional é a última de várias etapas que o atleta precisa alcançar. Muitos jovens desistem ou são obrigados a desistir, antes de chegar a esta etapa, pois o processo de seleção de atletas obtém um caráter de extrema competitividade, exigências e pressões. Para alcançar seus objetivos o jovem deve ter, além de talentos naturais, qualidades técnicas, físicas e psicológicas, determinantes para seu desempenho esportivo (BRANDÃO, 2000). Neste ponto os pais são os maiores responsaveis pelo sucesso ou fracasso do filho
Motivos para um possível abandono da prática do esporte
    A tabela 2 mostra, de modo geral, que os atletas não apresentam fortes motivos que os faça abandonar a prática desportiva do esporte, pois nenhum fator chegou a 50% no nível de importância. Porém, os fatores motivacionais que foram mais referidos pelos atletas foram: falta de apoio familiar.
Tabela 2. Motivos importantes e decisivos para o abandono da prática esportiva
Motivos de abandono do esporte
N
%
Falta de talento
18
27
Falta de apoio familiar
32
48
Falta de patrocinador
27
40
Falta de apoio da federação confederação
16
24
Falta de segurança econômica
22
33
Monotonia nos treinos
18
27
Carga excessiva nos treinos
14
21
Excesso de competições e viagens
8
12
Falta de prazer e alegria nos treinos
30
45
Insucessos repetitivos
23
34
Pressão de vencer (técnico, pais, outras pessoas)
23
34
Problemas de saúde (que não impeçam a prática)
26
39
Lesões esportivas (que não impeçam a prática)
26
39
Falta de tempo para estudar trabalhar
15
22
Falta de tempo para sair com os amigos
12
18
Condições inadequadas de treino
19
28
    Em relação aos motivos de abandono da prática do esporte percebe-se que a “falta de apoio familiar” esta presente em todas as categorias como motivo que levaria ao abandono do esporte. Segundo Paim (2001), os pais têm tido papel importante no desenvolvimento de atletas que se destacam em atividades esportivas e atingem o alto nível de performance. Este papel pode ser em forma de participação ativa, acompanhamento das atividades, suporte social e financeiro, mudança na rotina e nas prioridades da família entre outras formas.

Adaptado de                                           :
Priscilla Bertoldo Santos*

Alan dos Santos Martins**
Joice Mara Facco Stefanello***
pri_bts@hotmail.com(Brasil)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O VALOR DOS NOSSOS PAIS, ALGO ESQUECIDO HOJE EM DIA


O VALOR DOS NOSSOS PAIS


Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.
O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O diretor perguntou, “Tiveste alguma bolsa na escola?” o jovem respondeu, “nenhuma”. O diretor perguntou, “Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?” o jovem respondeu, “O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades.”
O diretor perguntou, “Onde trabalha a tua mãe?” e o jovem respondeu, “A minha mãe lava roupa.”
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou, “Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?”, o jovem respondeu, “Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu.”
O diretor disse, “Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vai e limpa as mãos da tua mãe, e depois vem ver-me amanhã de manhã.”
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro. Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou,
“Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?”
O jovem respondeu, “Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram.”
O diretor pediu, “Por favor diz-me o que sentiste.”
O jovem disse “Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar.”
O diretor disse, “Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado.”
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.
Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?
O valor de nossos pais …
Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li…leitura obrigatória para nós pais e, principalmente, para os filhos.