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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

LANCE ARMSTRONG O MAIOR E UNICO





Le Tour de France 2005, vencida por Lance Armstrong que chegou neste ano ao sétino titulo da categoria, Lance foi um atleta extremamente disciplinado e focado no seu objetivo, apesar dos criticos e todas as noticias sobre dopping, ele aos trinta e cincos anos ganhou a edição 2005 com valentia e profissionalismo, treinando em torno de seis horas diárias; Nenhum outro atleta pode ostentar tamanho dominio no ciclismo, como este americano, numa entrevista em 2004 ao reponder a um repórter disse lance: "Eu vivo pela volta da França, tudo que faço tem a ver com Le Tour, a minha ambição exclusiva é vence-la todos os anos".

Falem o que falem lance é ate hoje o maior especialista em "Le Tour de France", fica para a reflexão uma máxima caipira: " Cavalo pangaré não vira Alazão" tome o que tome.

Lance Armstrong foi, é e será talvez para sempre o maior ganhador da Volta da frança.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

SIMBOLO DE UMA ERA DE OURO

Image du Blog rocknrollattitude.centerblog.net
 rocknrollattitude.centerblog.net

A década de 1950, ou simplesmente década de 50 ou ainda anos 50 foi o período de tempo entre 1 de janeiro de 1950 e 31 de dezembro de 1959. É considerada uma época de transição entre o período de guerras da primeira metade da década de 1950, ou simplesmente década de 50 ou ainda anos 50 foi o período de tempo entre 1 de janeiro de 1950 e 31 de dezembro de 1959. É considerada uma época de transição entre o período de guerras da primeira metade do século XX e o período das revoluções comportamentais e tecnológicas da segunda metade. Nesta época teve início a chegada da televisão em Portugal e no Brasil. Esta época também foi considerada a "idade de ouro" do cinemaade do século XX e o período das revoluções comportamentais e tecnológicas da segunda metade. Nesta época teve início a chegada da televisão em Portugal e no Brasil. Esta época também foi considerada a "idade de ouro" do cinema
  • Surge o Rock N' Roll, nos Estados Unidos que repercutiu mundialmente com os cantores Bill Haley, Elvis Presley, Chuck Berry, Chubby Cheker entre outros.
  • Wikipédia

domingo, 12 de abril de 2015

PARA PENSAR

PENSE


PENSE

Seja ambicioso nos seus desejos, busque sempre o que é infinito, eterno, completo e intransferível. O maior bem que se pode conquistar é a perfeição, seja sábio e não se contente com menos. A matéria é apenas a mina onde garimpamos nosso conhecimento, cada pedra do nosso caminho é o tesouro que buscamos ainda bruto e aguardando lapidação. Tenha sempre em mente essa idéia e nada haverá de lhe faltar. Venha ser alguém que acrescenta algo à existência sem exigir mais do que ela lhe dá.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

EM PAZ COM A PRÓPIA EXISTÊNCIA






Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
 
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.

Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros,

Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.

Talvez algumas pessoas queiram o meu mal,

Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.

Talvez hoje eu me sinta fraco,

Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.

Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser,

Mas passarei a admirar quem sou.

Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor

E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado
“Ainda não chegou o fim”,

Porque no final não haverá nenhum "talvez" e 
Sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e
Eu fiz o melhor que podia.








fonte: Pensador UOL

quinta-feira, 19 de junho de 2014

O VALIOSO TEMPO QUE FOGE,,,,,,,

Ricardo Gondim: Tempo que foge! Contei meus anos e...








Tempo que foge!

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.

Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: – Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.

Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a “última hora”.............
Ricardo Gondim Do livro “Creio, mas Tenho Dúvidas”, Editora Ultimato, página 107.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"AMIGOS"

Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.



Oscar Wilde





quarta-feira, 28 de agosto de 2013

MÁXIMAS DA SABEDORIA GREGA

O tópico que se segue apresenta um conjunto de máximas difundidas durante o período da Grécia Clássica. 
Se conseguirmos seguir pelo menos alguns, seria de grande utilidade na vida de qualquer um, são preceitos que deveriam ser ensinados em todo e qualquer lugar, em todas as nações, particularmente não conhecia estas frases, estão publicadas no site Esparta.
Volvidos tantos séculos, não deixa de ser notável verificar que estas máximas continuam a ser actuais por via do seu intemporal sentido ético. São muitas, e por vezes quase repetitivas, contudo, merecem ser lidas com atenção e acima de tudo merecem que todos sem excepção consigamos reter a sua verdade imutável.
Spartan BLOG reduced

Os Deuses Gregos

 A religião da Grécia Antiga era politeísta e antropomórfica (os deuses tinham forma humana); os deuses viviam sob o comando de Zeus, no Monte   Olimpo.
Além de casarem-se entre si, os deuses gregos imortais uniam-se eventualmente a seres humanos. Dessa união nasciam os semideuses, conhecidos como heróis.
Os deuses gregos possuíam virtudes e defeitos, como os mortais.
Para homenagear os deuses, os gregos promoviam festas, que incluíam oferendas, orações, músicas e competições esportivas.
Atenas, Esparta, Olímpia, Maraton, Creta: as cidades-estados na antiga Grécia eram independentes umas das outras. Mas, apesar de tanta autonomia, dois elementos as uniam: o idioma e a religião.
1. Siga  Deus (Επου θεω) (Refere-se aos deuses Gregos)
2. Obedeça à lei (Νομω πειθου)
3. Preste culto aos Deuses (Θεους σεβου)
4. Respeite os seus pais (Γονεις αιδου)
5. Seja conquistado pela justiça (Ηττω υπο δικαιου)
6. Conheça o que você aprendeu (Γνωθι μαθων)
7. Perceba o que você ouviu (Ακουσας νοει)
8. Seja você mesmo (Σαυτον ισθι)
9. Pretenda se casar (Γαμειν μελλε)
10. Perceba a sua oportunidade (Καιρον γνωθι)
11. Pense como mortal (Φρονει θνητα)
12. Se for um estrangeiro, aja como um (Ξepsilon;νος ων ισθι)
13. Honre o coração [ou Héstia] (Εστιαν τιμα)
14. Controle-se a si mesmo (Αρχε σεαυτου)
15. Ajude os seus amigos (Φιλοις βοηθει)
16. Controle a raiva (Θυμου κρατει)
17. Exercite a prudência (Φρονησιν ασκει)
18. Honre a providência (Προνοιαν τιμα)
19. Não use um juramento (Ορκω μη χρω)
20. Ame a amizade (Φιλιαν αγαπα)
21. Apegue-se à disciplina (Παιδειας αντεχου)
22. Siga a honra (Δοξαν διωκε)
23. Anseie por sabedoria (Σοφιαν ζηλου)
24. Elogie o bom (Καλον ευ λεγε)
25. Não encontre falhas em ninguém (Ψεγε μηδενα)
26. Elogie a virtude (Επαινει αρετην)
27. Pratique o que é justo (Πραττε δικαια)
28. Seja gentil com os amigos (Θιλοις ευνοει)
29. Esteja atento aos inimigos (Εχθρους αμυνου)
30. Exercite a nobreza de caráter (Ευγενειαν ασκει)
31. Afaste-se do mal (Κακιας απεχου)
32. Seja imparcial (Κοινος γινου)
33. Guarde o que é seu (Ιδια φυλαττε)
34. Afaste-se do que pertence aos outros (Αλλοτριων απεχου)
35. Ouça toda a gente (Ακουε παντα)
36. Seja [religiosamente] silencioso (Ευφημος ιοθι)
37. Faça um favor a um amigo (Φιλω χαριζου)
38. Nada em excesso (Μηδεν αγαν)
39. Use o tempo com parcimônia (Χρονου φειδου)
40. Anteveja o futuro (Ορα το μελλον)
41. Despreze a insolência (Υβριν μισει)
42. Tenha respeito pelos suplicantes (Ικετας αιδου)
43. Seja adaptável a tudo (Παςιν αρμοζου)
44. Eduque seus filhos (Υιους παιδευε)
45. Dê o que tem (Εχων χαριζου)
46. Tema a fraude (Δολον φοβου)
47. Fale bem de todos (Ευλογει παντας)
48. Seja um buscador de sabedoria (Φιλοσοφος γινου)
49. Escolha o que é divino (Οσια κρινε)
50. Aja quando você sabe (Γνους πραττε)
51. Afaste-se do assassinato (Φονου απεχου)
52. Ore por coisas possíveis (Ευχου δυνατα)
53. Consulte os sábios (Σοφοις χρω)
54. Teste o caráter (Ηθος δοκιμαζε)
55. Dê de volta o que recebeu (Λαβων αποδος)
56. Não abaixe os olhos a ninguém (Υφορω μηδενα)
57. Use sua habilidade (Τεχνη χρω)
58. Faça o que pretende fazer (Ο μελλεις, δος)
59. Honre um acto beneficente (Ευεργεςιας τιμα)
60. Não tenha inveja/ciúmes de ninguém (Φθονει μηδενι)
61. Esteja prevenido (Φυλακη προσεχε)
62. Elogie a esperança (Ελπιδα αινει)
63. Despreze um caluniador (Διαβολην μισει)
64. Obtenha posses legitimamente (Δικαιως κτω)
65. Honre os bons homens (Αγαθους τιμα)
66. Conheça o juiz (Κριτην γνωθι) Dicutível
67. Seja mestre em banquetes nupciais (Γαμους κρατει)
68. Reconheça a sorte (Τυχην νομιζε)
69. Evite uma fiança/penhora (Εγγυην φευγε)
70. Fale claramente (Αμλως διαλεγου)
71. Associe-se com os seus iguais (Ομοιοις χρω)
72. Governe as suas despesas (Δαπανων αρχου)
73. Seja feliz com o que tem (Κτωμενος ηδου)
74. Respeite um senso de vergonha (Αισχυνην σεβου)
75. Cumpra um favor (Χαριν εκτελει)
76. Ore por felicidade (Ευτυχιαν ευχου)
77. Afeiçoe-se à sorte (Τυχην στεργε)
78. Observe o que você ouviu (Ακουων ορα)
79. Trabalhe pelo que você pode possuir (Εργαζου κτητα)
80. Despreze a discórdia (Εριν μισει)
81. Deteste a desgraça (Ονειδς εχθαιρε)
82. Refreie a língua (Γλωτταν ισχε)
83. Mantenha-se longe da insolência (Υβριν αμυνου)
84. Faça julgamentos justos (Κρινε δικαια)
85. Use o que tem (Χρω χρημασιν)
86. Julgue incorruptivelmente (Αδωροδοκητος δικαζε)
87. Acuse [só] quem estiver presente (Αιτιω παροντα)
88. Diga quando sabe (Λεγε ειδως)
89. Não dependa da força (Βιας μη εχου)
90. Viva sem sofrimento (Αλυπως βιου)
91. Viva junto mansamente (Ομιλει πραως)
92. Termine uma corrida sem recuar (Περας επιτελει μη αποδειλιων)
93. Lide gentilmente com todos (Φιλοφρονει πασιν)
94. Não amaldiçoe os seus filhos (Υιοις μη καταρω)
95. Guie a sua esposa (Γυναικος αρχε)
96. Beneficie a si mesmo (Σεαυτον ευ ποιει)
97. Seja cortês (Ευπροσηγορος γινου)
98. Dê uma resposta oportuna (Αποκρινου εν καιρω)
99. Esforce-se com glória (Πονει μετ ευκλειας)
100. Aja sem arrependimentos (Πραττε αμετανοητως)
101. Arrependa-se das faltas (Αμαρτανων μετανοει)
102. Controle o olho (Οφθαλμοθ κρατει)
103. Dê um conselho adequado (Βουλευου χρονω)
104. Aja rapidamente (Πραττε συντομως)
105. Guarde a amizade (Φιλιαν φυλαττε)
106. Seja grato (Ευγνωμων γινου)
107. Busque a harmonia (Ομονοιαν διωκε)
108. Guarde o que é de maior sigilo (Αρρητον κρυπτε)
109. Tema o poder/governo (Το κρατουν φοβου)
110. Busque o que for proveitoso (Το συμφερον θηρω)
111. Aceite a medida devida (Καιρον προσδεχου)
112. Acabe com as inimizades (Εχθρας διαλυε)
113. Aceite a idade avançada (Γηρας προσδεχου)
114. Não se vanglorie de poder (Επι ρωμη μη καυχω)
115. Exercite [religiosamente] o silêncio (Ευφημιαν ασκει)
116. Evite inimizades (Απεχθειαν φευγε)
117. Adquira riquezas de forma justa (Πλουτει δικιως)
118. Não abandone a honra (Δοξαν μη λειπε)
119. Despreze o mal (Κακιαν μισει)
120. Encare o perigo prudentemente (Κινδυνευε φρονιμως)
121. Não se canse de aprender (Μανθανων μη καμνε)
122. Não pare de ser económico (Φειδομενος μη λειπε)
123. Admire os oráculos (Χρησμους θαυμαζε)
124. Ame quem você cria/educa (Ους τρεφεις αγαπα)
125. Não se oponha a alguém ausente (Αποντι μη μαχου)
126. Respeite os mais velhos (Πρεσβυτερον αιδου)
127. Ensine os mais novos (Νεωτερον διδασκε)
128. Não confie nas riquezas (Πλουτω απιστει)
129. Respeite a si mesmo (Σεαυτον αιδου)
130. Não seja insolente (Μη αρχε υβριζειν)
131. Honre os eus ancestrais (Προγονους στεφανου)
132. Morra pel sua pátria (Θνησκε υπερ πατριδος)
133. Não fique descontente com a vida (Τω βιω μη αχθου)
134. Não desrespeite os mortos (Επι νεκρω μη γελα)
135. Divida o fardo dos desafortunados (Ατυχουντι συναχθου)
136. Gratifique sem prejudicar (Χαριζου αβλαβως)
137. Não se desespere por ninguém (Μη επι παντι λυπου)
138. Produza rotas nobres (Εξ ευγενων γεννα)
139. Não faça promessas a ninguém (Επαγγελου μηδενι)
140. Não faça mal aos mortos (Φθιμενους μη αδικει)
141. Seja próspero enquanto mortal (Ευ πασχε ως θνητος)
142. Não confie na sorte (Τυχη μη πιστευε)
143. Quando criança, seja bem-comportado (Παις ων κοσμιος ισθι)
144. Quando jovem, seja auto-disciplinado (ηβων εγκρατης)
145. Quando de meia idade, seja justo (μεσος δικαιος)
146. Quando idoso, seja sensível (πρεσβυτης ευλογος)

147. E alcance o final sem tristezas (τελευτων αλυπος)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

QUER TER EXITO NO QUE FAZ?

EL EXITO

Si piensas que estás vencido, lo estarás.
Si piensas que no te atreves, no lo harás.
Si piensas que te gustaría ganar, pero nopuedes, no lo lograrás.
Si piensas que perderás, ya has perdido,
porque en el mundo encontrarás,
que el éxito comienza con la voluntad del hombre.
Todo está en el estado mental.
Porque muchas carreras se han perdido
antes de haberse corrido,
y muchos cobardes han fracasado,
antes de haber su trabajo empezado.
Piensa en grande y tus hechos crecerán.
Piensa en pequeño y quedarás atrás.
Piensa que puedes y podrás.
Todo está en el estado mental.
Si piensas que estás aventajado, lo estás.
Tienes que pensar bien para elevarte.
Tienes que estar seguro de ti mismo,
antes de intentar ganar un premio.
La batalla de la vida no siempre la gana
el hombre más fuerte, o el más ligero,
porque tarde o temprano,
el hombre que gana,
es aquel que cree poder hacerlo.
Rudyard Kipling

VIVA.........BEM........

Receita da Vida

"Coma para viver e não viva para Comer!"

 "Somos tudo aquilo que comemos e tudo o que 
 fazemos...", portanto eduque sua alimentação e faça muita atividade física, esta é uma das 
 principais Receita da VIDA. 


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A HISTORIA COMO ELA É, UMA VISÃO CRÍTICA DA GUERRA DO PARAGUAY

O GENOCÍDIO  COMETIDO CONTRA O POVO PARAGUAYO

El hombre viajaba a mi lado, silencioso. Su perfil, nariz afilada, altos pómulos, se recortaba contra la fuerte luz del mediodía. Ibamos rumbo a Asunción, desde la frontera del sur, en un ómnibus para veinte personas que contenía, no sé cómo, cincuenta. Al cabo de unas horas, hicimos un alto. Nos sentamos en un patio abierto, a la sombra de un árbol de hojas carnosas. A nuestros ojos, se abría el brillo enceguecedor de la vasta, despoblada, intacta tierra roja: de horizonte a horizonte, nada perturba la transparencia del aire en Paraguay. Fumamos. Mi compañero, campesino de habla guaraní, enhebró algunas palabras tristes en castellano. «Los paraguayos somos pobres y pocos», me dijo. Me explicó que había bajado a Encarnación a buscar trabajo pero no había encontrado. Apenas si había podido reunir unos pesos para el pasaje de vuelta. Años atrás, de muchacho, había tentado fortuna en Buenos Aires y en el sur de Brasil. Ahora venía la cosecha del algodón y muchos braceros paraguayos marchaban, como todos los años, rumbo a tierras argentinas. «Pero yo ya tengo sesenta y tres años. Mi corazón ya no soporta las demasiadas gentes.»

Suman medio millón los paraguayos que han abandonado la patria, definitivamente, en los últimos veinte años. La miseria empuja al éxodo a los habitantes del país que era, hasta hace un siglo, el más avanzado de América del Sur. Paraguay tiene ahora una población que apenas duplica a la que por entonces tenía y es, con Bolivia, uno de los dos países sudamericanos más pobres y atrasados. Los paraguayos sufren la herencia de una guerra de exterminio que se incorporó a la historia de América Latina como su capítulo más infame. Se llamó la Guerra de la Triple Alianza. Brasil, Argentina y Uruguay tuvieron a su cargo el genocidio. No dejaron piedra sobre piedra ni habitantes varones entre los escombros. Aunque Inglaterra no participó directamente en la horrorosa hazaña, fueron sus mercaderes, sus banqueros y sus industriales quienes resultaron beneficiados con el crimen de Paraguay. La invasión fue financiada, de principio a fin, por el Banco de Londres, la casa Baring Brothers y la banca Rothschild, en empréstitos con, intereses leoninos que hipotecaron la suerte de los países vencedores".


Hasta su destrucción, Paraguay se erguía como una excepción en América Latina: la única nación que el capital extranjero no había deformado. El largo gobierno de mano de hierro del dictador Gaspar Rodríguez de Francia (1814–1840) había incubado, en la matriz del aislamiento, un desarrollo económico autónomo y sostenido. El Estado, omnipotente, paternalista, ocupaba el lugar de una burguesía nacional que no existía, en la tarea de organizar la nación y orientar sus recursos y su destino. Francia se había apoyado en las masas campesinas para aplastar la oligarquía paraguaya y había, conquistado la paz interior tendiendo un estricto cordón sanitario frente a los restantes países del antiguo virreinato del Río de la Plata. Las expropiaciones, los destierros, las prisiones, las persecuciones y las multas no habían servido de instrumentos para la consolidación del dominio interno de los terratenientes y los comerciantes sino que, por el contrario, habían sido utilizados para su destrucción. No existían, ni nacerían más tarde, las libertades políticas y el derecho de oposición, pero en aquella etapa histórica sólo los nostálgicos de los privilegios perdidos sufrían la falta de democracia. No había grandes fortunas privadas cuando Francia murió, y Paraguay era el único país de América Latina que no tenía mendigos, hambrientos ni ladrones; los viajeros de la época encontraban allí un oasis de tranquilidad en medio de las demás comarcas convulsionadas por las guerras continuas. El agente norteamericano Hopkins informaba en 1845 a su gobierno que en Paraguay «no hay niño que no sepa leer y escribir...» Era también el único país que no vivía con la mirada clavada al otro lado del mar. El comercio exterior no constituía el eje de la vida nacional; la doctrina liberal, expresión ideológica de la articulación mundial de los mercados, carecía de respuestas para los desafíos que Paraguay, obligado a crecer hacia dentro por su aislamiento mediterráneo, se estaba planteando desde principios de siglo. El exterminio de la oligarquía hizo posible la concentración de los resortes económicos fundamentales en manos del Estado, para llevar adelante esta política autárquica de desarrollo dentro de fronteras.


Los posteriores gobiernos de Carlos Antonio López y su hijo Francisco Solano continuaron y vitalizaron la tarea. La economía estaba en pleno crecimiento. Cuando los invasores aparecieron en el horizonte, en 1865, Paraguay contaba con una línea de telégrafos, un ferrocarril y una buena cantidad de fábricas de materiales de construcción, tejidos, lienzos, ponchos, papel y tinta, loza y pólvora. Doscientos técnicos extranjeros, muy bien pagados por el Estado, prestaban su colaboración decisiva. Desde 1850, la fundición de Ibycui fabricaba cañones, morteros y balas de todos los calibres; en el arsenal de Asunción se producían cañones de bronce, obuses y balas. La siderurgia nacional, como todas las demás actividades económicas esenciales, estaba en manos del Estado. El país contaba con una flota mercante nacional, y habían sido construidos en el astillero de Asunción varios de los buques que ostentaban el pabellón paraguayo a lo largo del Paraná o a través del Atlántico y el Mediterráneo. El Estado virtualmente monopolizaba el comercio exterior: la yerba y el tabaco abastecían el consumo del sur del continente; las maderas valiosas se exportaban a Europa. La balanza comercial arrojaba un fuerte superávit. Paraguay tenía una moneda fuerte y estable, y disponía de suficiente riqueza para realizar enormes inversiones públicas sin recurrir al capital extranjero. El país no debía ni un centavo al exterior, pese a lo cual estaba en condiciones de mantener el mejor ejército de América del Sur, contratar técnicos ingleses que se ponían al servicio del país en lugar de poner al país a su servicio, y enviar a Europa a unos cuantos jóvenes universitarios paraguayos para perfeccionar sus estudios. El excedente económico generado por la producción agrícola no se derrochaba en el lujo estéril de una oligarquía inexistente, ni iba a parar a los bolsillos de los intermediarios, ni a las manos brujas de los prestamistas, ni al rubro ganancias que el Imperio británico nutría con los servicios de fletes y seguros. La esponja imperialista no absorbía la riqueza que el país producía. El 98 por ciento del territorio paraguayo era de propiedad pública: el Estado cedía a los campesinos la explotación de las parcelas a cambio de la obligación de poblarlas y cultivarlas en forma permanente y sin el derecho de venderlas. Había, además, sesenta y cuatro estancias de la patria, haciendas que el Estado administraba directamente. Las obras de riego, represas y canales, y los nuevos puentes y caminos contribuían en grado importante a la elevación de la productividad agrícola. Se rescató la tradición indígena de las dos cosechas anuales, que había sido abandonada por los conquistadores. El aliento vivo de las tradiciones jesuitas facilitaba, sin duda, todo este proceso creador.

El Estado paraguayo practicaba un celoso proteccionismo, muy reforzado en 1864, sobre la industria nacional y el mercado interno; los ríos interiores no estaban abiertos a las naves británicas que bombardeaban con manufacturas de Manchester y de Liverpool a todo el resto de América Latina. El comercio inglés no disimulaba su inquietud, no sólo porque resultaba invulnerable aquel último foco de resistencia nacional en el corazón del continente, sino también, y sobre todo, por la fuerza de ejemplo que la experiencia paraguaya irradiaba peligrosamente hacia los vecinos. El país más progresista de América Latina construía su futuro sin inversiones extranjeras, sin empréstitos de la banca inglesa y sin las bendiciones del comercio libre.

Pero a medida que Paraguay iba avanzando en este proceso, se hacía más aguda su necesidad de romper la reclusión. El desarrollo industrial requería contactos más intensos y directos con el mercado internacional y las fuentes de la técnica avanzada. Paraguay estaba objetivamente bloqueado entre Argentina y Brasil, y ambos países podían negar el oxígeno a sus pulmones cerrándole, como lo hicieron Rivadavia y Rosas, las bocas de los ríos, o fijando impuestos arbitrarios al tránsito de sus mercancías. Para sus vecinos, por otra parte, era una imprescindible condición, a los fines de la consolidación del estado olígárquico, terminar con el escándalo de aquel país que se bastaba a sí mismo y no quería arrodillarse ante los mercaderes británicos.

El ministro inglés en Buenos Aires, Edward Thornton; participó considerablemente en los preparativos de la guerra. En vísperas del estallido, tomaba parte, como asesor del gobierno, en las reuniones del gabinete argentino, sentándose al lado del presidente Bartolomé Mitre. Ante su atenta mirada se urdió la trama de provocaciones y de engaños que culminó con el acuerdo argentino–brasileño y selló la suerte de Paraguay. Venancio Flores invadió Uruguay, en ancas de la intervención de los dos grandes vecinos, y estableció en Montevideo, después de la matanza de Paysandú, su gobierno adicto a Río de Janeiro y Buenos Aires. La Triple Alianza estaba en funcionamiento. El presidente paraguayo Solano López había amenazado con la guerra si asaltaban Uruguay: sabía que así se estaba cerrando la tenaza de hierro en torno a la garganta de su país acorralado por la geografía y los enemigos. El historiador liberal Efraím Cardozo no tiene inconveniente en sostener, sin embargo, que López se plantó frente a Brasil simplemente porque estaba ofendido: el emperador le había negado la mano de una de sus hijas. La guerra había nacido. Pero era obra de Mercurio, no de Cupido.

La prensa de Buenos Aires llamaba «Atila de América» al presidente paraguayo López: «Hay que matarlo como a un reptil», clamaban los editoriales. En septiembre de 1864, Thornton envió a Londres un extenso informe confidencial, fechado en Asunción. Describía a Paraguay como Dante al infierno, pero ponía el acento donde correspondía: «Los derechos de importación sobre casi todos los artículos son del 20 o 25 por ciento ad valorem; pero como este valor se calcula sobre el precio corriente de los artículos, el derecho que se paga alcanza frecuentemente del 40 al 45 por ciento del precio de factura. Los derechos de exportación son del 10 al 20 por ciento sobre el valor...» En abril de 1865, el Standard, diario inglés de Buenos Aires, celebraba ya la declaración de guerra de Argentina contra Paraguay, cuyo presidente «ha infringido todos los usos de las naciones civilizadas», y anunciaba que la espada del presidente argentino Mitre «llevará en su victoriosa carrera, además del peso de glorias pasadas, el impulso irresistible de la opinión pública en una causa justa». El tratado con Brasil y Uruguay se firmó el 10 de mayo de 1865; sus términos draconianos fueron dados a la publicidad un año más tarde, en el diario británico The Times, que lo obtuvo de los banqueros acreedores de Argentina y Brasil. Los futuros vencedores se repartían anticipadamente, en el tratado, los despojos del vencido. Argentina se aseguraba todo el territorio de Misiones y el inmenso Chaco; Brasil devoraba una extensión inmensa hacia el oeste de sus fronteras. A Uruguay, gobernado por un títere de ambas potencias, no le tocaba nada. Mitre anunció que tomaría Asunción en tres meses. Pero la guerra duró cinco años. Fue una carnicería, ejecutada todo a lo largo de los fortines que defendían, tramo a tramo, el río Paraguay. El «oprobioso tirano» Francisco Solano López encarnó heroicamente la voluntad nacional de sobrevivir; el pueblo paraguayo, que no sufría la guerra desde hacía medio siglo, se inmoló a su lado. Hombres, mujeres, niños y viejos: todos se batieron como leones. Los prisioneros heridos se arrancaban las vendas para que no los obligaran a pelear contra sus hermanos. En 1870, López, a la cabeza de un ejército de espectros, ancianos y niños que se ponían barbas postizas para impresionar desde lejos, se internó en la selva. Las tropas invasoras asaltaron los escombros de Asunción con el cuchillo entre los dientes. Cuando finalmente el presidente paraguayo fue asesinado a bala y a lanza en la espesura del cerro Corá, alcanzó a decir: «¡Muero con mi patria!», y era verdad. Paraguay moría con él. Antes, López había hecho fusilar a su hermano y a un obispo, que con él marchaban en aquella caravana de la muerte. Los invasores venían para redimir al pueblo paraguayo: lo exterminaron.
Paraguay tenía, al comienzo de la guerra, poco menos población que Argentina. Sólo doscientos cincuenta mil paraguayos, menos de la sexta parte, sobrevivían en 1870. Era el triunfo de la civilización. Los vencedores, arruinados por el altísimo costo del crimen, quedaban en manos de los banqueros ingleses que habían financiado la aventura. El imperio esclavista de Pedro II, cuyas tropas se nutrían de esclavos y presos, ganó, no obstante, territorios, más de sesenta mil kilómetros cuadrados, y también mano de obra, porque muchos prisioneros paraguayos marcharon a trabajar en los cafetales populistas con la marca de hierro de la esclavitud. La Argentina del presidente Mitre, que había aplastado a sus propios caudillos federales, se quedó con noventa y cuatro mil kilómetros cuadrados de tierra paraguaya y otros frutos del botín, según el propio Mitre había anunciado cuando escribió: «Los prisioneros y demás artículos de guerra nos los dividiremos en la forma convenida». Uruguay, donde ya los herederos de Artigas habían sido muertos o derrotados y la oligarquía mandaba, participó de la guerra como socio menor y sin recompensas. Algunos de los soldados uruguayos enviados a la campaña del Paraguay habían subido a los buques con las manos atadas. Los tres países sufrieron una bancarrota financiera que agudizó su dependencia frente a Inglaterra. La matanza de Paraguay los signó para siempre.


Brasil había cumplido con la función que el Imperio británico le había adjudicado desde los tiempos en que los ingleses trasladaron el trono portugués a Río de Janeiro. A principios del siglo XIX, habían sido claras las instrucciones de Canníng al embajador, Lord Strangford: «Hacer del Brasil un emporio para las manufacturas británicas destinadas al consumo de toda la América del Sur». Poco antes de lanzarse a la guerra, el presidente de Argentina había inaugurado una nueva línea de ferrocarriles británicos en su país, y había pronunciado un inflamado discurso: «¿Cuál es la fuerza que impulsa este progreso? Señores: ¡es el capital inglés!». Del Paraguay derrotado no sólo desapareció la población: también las tarifas aduaneras. los hornos de fundición, los ríos clausurados al libre comercio, la independencia económica v vastas zonas de su territorio. Los vencedores implantaron, dentro de las fronteras reducidas por el despojo, el librecambio y el latifundio. Todo fue saqueado y todo fue vendido: las tierras y los bosques, las minas, los verbales, los edificios de las escuelas. Sucesivos gobiernos títeres serían instalados, en Asunción, por las fuerzas extranjeras de ocupación. No bien terminó la guerra, sobre las ruinas todavía humeantes de Paraguay cayó el primer empréstito extranjero de su historia. Era británico, por supuesto. Su valor nominal alcanzaba el millón de libras esterlinas, pero a Paraguay llegó bastante menos de la mitad; en los años siguientes, las financiaciones elevaron la deuda a más de tres millones. La Guerra del Opio había terminado, en 1842, cuando se firmó en Nanking el tratado de libre comercio que aseguró a los comerciantes británicos el derecho de introducir libremente la droga en el territorio chino. También la libertad de comercio fue garantizada por Paraguay después de la derrota. Se abandonaron los cultivos de algodón, y Manchester arruinó la producción textil; la industria nacional no resucitó nunca.



Fuente: http://www.paginadigital.com.ar/articulos/2005/2005prim/noticias/triple-alianza-020305.asp

domingo, 11 de agosto de 2013

SI NO HAY AMBICIÓN DE GANAR NO HAY DEPORTE

El deporte por si solo es un juego en el cual hacemos ejercicio físico, nos divertimos, distraemos la mente, adquirimos ciertas destrezas físicas, etc., en el momento que lo convertimos en competición, adquiere otra dimensión y además de todo lo anterior, entra en juego una nueva variable que saca nuestro lado más competitivo. El deseo de ganar.

No conozco a ningún deportista en condiciones normales, que salga al terreno de juego y no quiera ganar, por la propia naturaleza del deporte desde pequeños se nos inculca el valor de la victoria, y aunque en ciertas ocasiones se nos recuerda que lo importante es participar, generalmente esto nos lo dicen cuando perdemos.


No existen casos documentados hasta la fecha de nadie que tras una victoria grite de alegría y contagie a otros de entusiasmo recordando que lo importante es participar.
Esto no significa que participar no sea importante, en algunas ocasiones sin duda lo es.
 
Tampoco impide que intentemos sacar el lado positivo de cualquier derrota, aunque indudablemente lo tenga, o que haya derrotas que por cómo se han conseguido sepan a éxito, pero generalmente es la victoria la que nos da la mayor recompensa al sacrificio.
Independientemente del deporte que hablemos, jugadores y afición quieren ganar. Da igual lo que hayan ganado ya, siempre quieren más.

En el deporte el empate no suele existir, en algunos deportes podemos empatar un partido, pero al final de la competición solo puede quedar un ganador. Es difícil pensar en algún deporte al que le quitemos la victoria y mantenga la emoción. Sin emoción no hay entrega, no hay sacrificio, no hay rivalidad. No es lo mismo.

En la empresa a veces nos conformamos con el empate, si le preguntamos a algunas personas por el resultado de un proyecto, por el retorno de una inversión o por cómo ha ido una reunión de ventas, la respuesta puede no ser del todo satisfactoria y podemos encontrar respuestas del tipo de ‘No ha ido del todo mal’ o ‘No ha ido bien, pero tampoco mal’ dando la sensación de que hemos obtenido algo parecido a un empate y lo peor es que nos hemos acostumbrado a esa resignación.

Este deseo por la victoria no siempre es bien entendido, incluso en algunas ocasiones puede llegar a ser interpretado como un factor de ambición desmedida.

 
El problema no es querer ganar, el verdadero problema es no saber perder. No aceptar deportivamente que la derrota también forma parte del juego y por lo tanto de la vida.


Cuando hablamos de espíritu ganador (no estamos defendiendo la victoria como único indicador del trabajo bien hecho), estamos hablando de una forma de entender la competición, que nos lleva a buscar la excelencia, que nos impulsa a ser mejores porque disfrutamos de lo que hacemos.

Una de las características comunes a cualquier deportista de alta competición es que todos ellos saben que tienen que prestar más atención al proceso que al resultado. Estar pendiente solo del resultado hace perder parte del objetivo, que es competir adecuadamente, cuidando los detalles, manteniendo la concentración, con la actitud adecuada, no desanimándose ante cada fallo y sabiendo que el buen juego traerá el resultado.

En la empresa si bien tenemos cierta actitud ganadora, suele haber excesiva obsesión por los resultados y menos por el proceso, en ocasiones la necesidad de obtener resultados a corto plazo nos hace perder el compromiso con un trabajo bien hecho. El único sitio donde el Éxito va antes que el Trabajo es en el diccionario.

Fuente: http://www.avalonred.com


 

AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE (AUTOR DESCONHECIDO-INDIA)

As Quatro Leis da Espiritualidade

As Quatro Leis da Espiritualidade…
Na Índia, são ensinadas as “quatro leis da espiritualidade”.
A primeira diz : “A pessoa que vem é a pessoa certa”.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso… Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”.
Nada, nada, absolutamente NADA do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não.
O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz : “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma : “Quando algo termina, ele termina”.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
(autor desconhecido)