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quarta-feira, 16 de maio de 2012

A MAIORIA DROGADA

Quase sete de cada dez crianças do ensino público fundamental e médio já consumiram bebidas alcoólicas, e quase três de cada dez já fumaram cigarros comuns. Os dados são do "5º Levantamento Nacional sobre o uso de drogas psicotrópicas entre estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública de ensino nas 27 capitais brasileiras", divulgado hoje (31) pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad).
De acordo com o estudo, 67,5% dos estudantes cariocas já consumiram bebidas alcoólicas e 26% já fumaram cigarros comuns. "O grande problema é a droga lícita. Esse nível (de 67,5%), é muito grande em se tratando de adolescentes", alerta o coordenador do Setor de Prevenção do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), José Facury.
Os índices de consumo de drogas ilícitas chegam a 6,3% em maconha, 13,6% com solventes e 1,6% com cocaína. "A droga faz parte da sociedade de consumo, em que a mídia vende tudo. E o jovem foi formado na possibilidade de consumir. Mas por que ele vai comprar somente aquilo lícito? Por que ele não vai comprar também o que é ilícito? Então, aquela minoria que é mais afoita e aventureira vai procurar a ilicitude da droga", disse Facury.
Um atleta estudante de rede publica, observou que sua classe têm 45 alunos, e que destes 45 apenas 6 não usam drogas, são discriminados pela maioria.
Como diria o Datena: ACORDA AÍ AUTORIDADES, ACORDA AÍ IMPRENSA, ENQUANTO VOCÊS FICAM DISCUTINDO POLÍTICA E O SEXO DOS ANJOS TODOS OS DIAS, NOSSA JUVENTUDE ESTÁ SE PERDENDO.




Para não perder tempo à essência de dita droga é a aceleração em todos os sentidos, uma espécie de “banda larga” de todas as drogas; o que o álcool ou outros entorpecentes levariam anos para consumir o indivíduo, esta o faz em pouquíssimo tempo. O próprio modo de uso da droga denota seu simbolismo: lata de alumínio, cinza de cigarro, tudo que podemos não apenas considerar lixo, mas ao mesmo tempo diz da frieza e falta absoluta de preocupação com qualquer aspecto da saúde, aliás o que dirá dos efeitos da exposição do alumínio no organismo. O suposto atrativo desta droga é o baixo custo da mesma (cerca de 5 reais a pedra), porém, ledo engano, já que é a droga que mais leva a perdas financeiras por incrível que pareça, pois a pessoa a fuma durante dois, três dias quase que ininterruptamente, pois o efeito dura cerca de dez minutos, então no final das contas é uma falsa imagem de droga barata, pois seu consumo é desenfreado. Na verdade o crack é a loucura potencializada do próprio sistema de consumo que talvez inveje o mesmo, um produto para ser consumido diariamente, apelando de todas as formas possíveis para obtê-lo. 

 


 

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